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Blog do Bem: Tudo sobre abrir uma empresa.

Preciso de um contador para abrir uma empresa?

Para abrir a empresa, não necessariamente precisa de um contador. Porém, de acordo com os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) responsáveis pela fiscalização dos profissionais da área, todas as empresas precisam do acompanhamento e contabilização de sua movimentação por um contador devidamente registrado junto a esse órgão. Portanto, toda empresa precisa contratar um serviço de contabilidade para manutenção do negócio. Neste cenário, é altamente recomendável que já se contrate um profissional da área para auxiliar na abertura da empresa e numa possível consultoria contábil.

E com relação ao MEI? Bem, na lei 128/2008, que trata das questões referentes ao Microempreendor Individual, não há nada que o obrigue a contratar uma contabilidade ou a manutenção de um contador por parte de empresas que não ultrapassem R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) de faturamento anual, já que os impostos poderão ser recolhidos em valores fixos e mensais a partir de uma declaração de faturamento, através do Simples Nacional.

Porém, sem uma contabilidade, o empreendedor será tributado em todo valor que ultrapassar 32% de seu lucro. E esse imposto não é baixo, podendo chegar a até 27,50%. Supondo que foram emitidos R$ 5.000,00 em notas no mês. Sem um contador, apenas R$ 1.600,00 estarão isentos de tributos. Em cima dos outros R$ 3.400,00, podem incidir impostos de até 27,50%. O trecho da Lei que aborda o tema está no Art. 14º da Lei Complementar Nº123, de 14 de dezembro de 2006.

Quais os documentos necessários para abrir uma empresa?

Basicamente, você precisará do comprovante da propriedade do endereço/contrato de aluguel e da cópia do último IPTU, isso com relação ao local que será a sede da empresa. Já sobre você e seus possíveis sócios, será necessário RG e CPF ou CNH, comprovante de endereço, se casado(a), certidão de casamento, número de entrega do recibo do último IRPF. Além desses documentos, será preciso identificar o tipo de negócio da empresa e estimar um faturamento para o primeiro ano.

E se um estrangeiro quiser abrir uma empresa no Brasil?
As facilidades cada vez maiores para abrir empresa no Brasil, as ideias de empreendedorismo sempre latentes e o processo constante de globalização e velocidade de informações fazem com que a busca por esse tema esteja cada vez mais presente no dia a dia do mundo empresarial. Você sabe o que um estrangeiro precisa para abrir empresa no Brasil? Veja quais são os documentos necessários:

  • Visto de residente no Brasil
  • RNE – Registro Nacional de Estrangeiros (válida)
  • CPF (Cadastro de Pessoas Físicas)
  • Comprovante de Endereço

Quanto custa para abrir uma empresa?

A resposta não é exata. O quanto custa varia muito de acordo com o tipo de empresa, a complexidade, a cidade, entre outras variáveis. Existem algumas taxas fixas, como DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), Junta Comercial, Certificado Digital e honorários da contabilidade, que é uma exigência para se manter uma empresa. No Estado de São Paulo, por exemplo, a soma dessas taxas fica entre R$ 675,00 e R$ 751,00, dependendo do tipo de empresa que será aberta – Sociedade, EIRELI ou Empresário Individual.

Desenvolvemos uma calculadora online para que você possa ter uma estimativa dos custos para abrir uma empresa no Brasil.

 

Como funciona o processo de abertura de uma empresa?

Com a contabilidade online, o processo é rápido e o cliente não tem que cuidar da parte burocrática dos processos. Veja no vídeo abaixo como funciona o processo de abertura de empresa com a Conube:

Veja os passos básicos do processo:

1. Encontre um contador de sua confiança

O primeiro passo é encontrar um profissional de contabilidade ou um escritório especializado, que possa lhe ajudar neste processo de abertura de empresa. Atualmente, há diversos conteúdos na internet que vão te auxiliar neste momento, porém é muito importante que você tenha o respaldo de um contador experiente. Ele vai tirar todas as suas dúvidas e dar mais segurança e agilidade ao processo.

2. Elaborando o Contrato Social

Esta é a etapa inicial para abrir empresa. O contrato social deve ser elaborado de maneira meticulosa, para não haver nenhum erro. No contrato, deverá constar informações como:

  • Definição do Tipo da Empresa – O nome, endereço, atividade que realiza, entre outros detalhes.
  • Definição do CNAE – Este passo é fundamental. A definição do CNAE influi diretamente na tributação da empresa, sendo decisivo em processos como licitações.
  • Descrição dos Sócios – Quem são os sócios e quais as atribuições de cada um?
  • Fechamento do Capital Social – Qual será o total de investimento inicial em sua empresa? E como cada sócio arcará com as despesas? Lembrando que é recomendado um investimento igual entre os sócios.

Se quiser se aprofundar mais sobre o contrato social, indico a leitura dessa matéria: Como elaborar o Contrato Social para abrir sua empresa

3. Registro na Junta Comercial / CNPJ

Após o recebimento dos formulários assinados pelo empresário, o processo segue para a etapa da Junta Comercial. Na sequência, os documentos serão protocolados na Junta Comercial para que seja registrado o seu contrato e gerado o CNPJ da sua empresa. Após o deferimento do processo pela Junta Comercial, a liberação do CNPJ demora, em média, um dia.

4. Inscrição Municipal

Na etapa seguinte é a hora da Inscrição Municipal. É o cadastramento na prefeitura do município onde ela está estabelecida. O objetivo é obter o número de identificação municipal. Isso nada mais é do que a permissão de funcionamento. Pode ser conhecida também como: Cadastro Mobiliário, Inscrição Municipal, CCM (Cadastro do Contribuinte Mobiliário), Alvará, entre outras denominações que representam o mesmo significado, dependendo da aplicação e da localidade.

5. Órgão de Classe

Existem algumas atividades, chamadas de regulamentadas. As empresas que exercem essas atividades, precisam fazer a inscrição no seu respectivo órgão de classe para atuar. Alguns exemplos de órgãos de classe são: CRC/CFC (Conselho Regional/Federal de Contabilidade), CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), CRECI (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), entre muitos outros.

6. Certificado Digital

Será necessária a compra do Certificado Digital E-CNPJ do tipo A1 para que todas as operações e obrigações acessórias possam ser entregues com agilidade e, em alguns casos, também para emitir notas fiscais pela plataforma. O Certificado Digital nada mais é do que um documento eletrônico. Ele contém dados sobre a pessoa ou empresa que o utiliza para comprovação mútua de autenticidade. Funciona como uma espécie carteira de identidade eletrônica, permitindo que uma transação realizada através da internet torne-se perfeitamente segura, já que as partes envolvidas deverão apresentar suas credenciais, comprovando suas identidades.

7. TFE – Taxa de Fiscalização de Estabelecimento

Também conhecida por Taxa de Funcionamento, a TFE é uma taxa que deve ser paga para a prefeitura onde está a sua empresa e os valores estão em uma Tabela TFE. É um valor cobrado anualmente. No caso da Prefeitura de São Paulo, é cobrada no dia 10 de julho de cada ano. Essa é a data do recolhimento da primeira parcela ou da parcela única do ano. No caso do pagamento da primeira parcela no dia 10 de julho, as demais vencerão todo dia 10 dos meses imediatamente subsequentes.

Quão fácil é abrir uma empresa no Brasil?

 

As empresas no Brasil em números

O número de Médias e Pequenas Empresas (MPEs) vem crescendo a cada dia no Brasil. Fazendo uma divisão por estados, quem lidera essa estatística é São Paulo. Com 27,7%, o estado tem a maioria absoluta de MPEs abertas no país. São quase 4,5 milhões de empresas. O estado de Minas Gerais vem na sequência, com 10,3%, seguido de perto pelo Rio de Janeiro, que tem 9,3% das empresas, o equivalente a quase  1,5 milhão de MPEs.

Se formos dividir por setores, as atividades de prestação de serviços lideram as estatísticas com 47,5% de empresas abertas. Em números absolutos, são mais de 7,6 milhões. Dividindo a hegemonia, mas ainda um pouco atrás, vêm as MPEs de comércio, com 42,4% (cerca de 6,8 milhões). Na sequência, mas com um percentual bem menor, aparecem as empresas da ligadas aos setores da indústria (8,1%) e dos agronegócios (2,0%).

Fonte: Empresômetro

Mais alguns números das empresas no país

Fonte: Empresômetro

O que saber sobre emissão de nota fiscal?

O assunto emissão de notas fiscais é um dos temas que mais geram dúvidas para os novos empreendedores. Uma série de questionamentos assolam os administradores de empresas. Na verdade, muitas pessoas decidem formalizar seus negócios justamente impulsionados pela vantagem de poder emitir notas fiscais, algo que muitas vezes seu tomador de serviço está cobrando. Enfim, vamos a algumas das principais dúvidas:

Sou obrigado a emitir nota fiscal?

De cara, já é possível responder a questão: Sim, você é obrigado. A regra geral é: sempre que existir uma receita, é preciso formalizá-la perante aos órgãos do governo, através da emissão de notas fiscais. A Lei 8846 fala dessa obrigatoriedade. Sobre Notas Fiscais Eletrônicas, se a sua cidade, onde sua empresa estiver cadastrada, já possuir esse ambiente de emissão de NF-S, você é obrigado a emitir também.

O que preciso para emitir uma?

Você vai precisar dos dados cadastrais do seu cliente, o CNPJ, o endereço, a razão social. Depois é necessário descrever qual é a natureza do serviço, o valor e a condição de pagamento. Essas são as informações mínimas. Além disso, é altamente recomendado que você formalize qualquer transação comercial em contrato, onde estará especificado quem são as partes, o contratante e o contratado. E também deverá constar qual o serviço que está sendo prestado, quais as condições de execução do serviço, o prazo, o valor e as condições de pagamento. Isso tudo porque, no caso de uma fiscalização, é muito comum ser solicitado o contrato para verificação de algumas informações importantes.

Como efetuar a emissão da nota fiscal?

Hoje, já é possível emitir a nota fiscal diretamente pelo site da prefeitura, mas para cada município é um caso diferente, já que é necessário que haja a integração da cidade com o sistema emissor. Além disso, as contabilidades online já possibilitam que a nota fiscal seja emitida diretamente da mesma plataforma através da qual o cliente acompanha o cumprimento das obrigações contábeis e fiscais da sua empresa, bem como o calendário para pagamento de impostos.

Um material mais completo sobre o tema, você pode encontrar no post Tudo o que preciso saber sobre Receita da Empresa e Emissão de Nota Fiscal.

Já tem uma marca? É melhor registrar.

O registro de sua marca é muito importante. Com isso você dá identidade para o seu negócio e ainda garante vantagens fundamentais para chegar ao sucesso. Esse é um grande diferencial e que pode ser determinante para quem quer se destacar na sua área de atuação.

Um dos motivos, e talvez o principal, para que você registre logo sua marca é para sua própria proteção. Se você começa a fazer um bom trabalho, ganha destaque no mercado, mas ainda não registrou, nada impede que seus concorrentes comecem a te imitar e até a reproduzir a sua marca. Fazendo isso, você tem garantias contra o uso indevido, resguardando seu empreendimento da concorrência desleal e de atos de má fé realizados por terceiros.

Além disso, a marca é também um importante elemento publicitário, isso pensando na captação de consumidores e de identificação com o público. Ter uma marca registrada é um dos maiores patrimônios de qualquer empresa e, certamente, pode ser muito mais valioso do que se imagina.

Dicas para abrir uma empresa

1. Valide sua ideia

Tudo começa aí, obviamente depois que você teve sua ideia de negócio. Mas se você pensa que essa é uma etapa simples, está muito enganado. Ela é tão importante quanto delicada, claro, se você fizer da forma correta. Há muitas ideias e conceitos de como se fazer uma validação de uma forma que traga mais resultado, mas, basicamente, todas elas cumprem alguns pré-requisitos, que envolvem:

– traçar um perfil de seu futuro cliente, incluindo informações de faixa etária, classe social, renda mensal, entre outras informações;

– compreender quais são as dores desse seu possível cliente;

– mensurar como sua proposta pode agregar valor ao seu futuro cliente, entendendo o quanto sua solução irá solucionar a dor dele;

– análise do mercado como um todo, projetando uma perspectiva das oportunidades que esse setor oferece e vislumbrando até onde seu negócio pode crescer.

2. Defina o capital inicial

É de extrema importância projetar quais será o investimento inicial do seu negócio, ou seja, aquele valor que você irá precisar gastar para que sua empresa possa iniciar com alguma segurança, sem sustos. Isso é um dos pontos-chave do plano de negócios, algo que você precisará desenvolver neste início de jornada empreendedora.

Por exemplo, terá que responder questões como: qual é o tipo de negócio que você pretende abrir? Quem é o seu público-alvo? Quanto você terá para investir e qual é o prazo de retorno esperado deste investimento? Os primeiros gastos a serem calculados, e que já devem entrar nesse plano de negócios para que sejam identificados os valores iniciais de investimento, são os custos para abrir empresa, considerando aí também os gastos com todas as taxas e honorários contábeis.

3. A Escolha do imóvel e licenças

Em muitos casos, o empreendedor começa seu negócio tendo sua casa como escritório. Antes, avalie se essa é uma possibilidade viável para a sua atividade e pesquise o que é necessário em termos de licenças e autorizações para isso. Mas se você vai ter um endereço comercial, deve se atentar a uma série de questões para não ser surpreendido futuramente.

Você deverá se preocupar com aspectos que envolvem, desde o sucesso do negócio, como localização adequada, decoração, fachada, entre outros, até os detalhes legais do negócio, como o Habite-se, que é documento que comprova que a obra está regular perante a Prefeitura, o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), Laudo de Vistoria Elétrica e Alvará de Funcionamento.

Quanto à dúvida sobre quem deveria providenciar essa documentação quando o imóvel é alugado, existe um consenso no mercado de que essa responsabilidade seria do locador. Assim sendo, é esperado que a documentação esteja em ordem. Você pode exigir a documentação regular ou pedir um desconto no aluguel para que você regularize.

4. Conheça os custos do negócio

Não confunda os custos para iniciar a empresa e começar a colocá-la em atividade com os custos do negócio em si, para mantê-lo. É comum que empreendedores, sobretudo de primeira viagem, se empolguem com valores até que bem acessíveis para começar um negócio, mas não esteja nem um pouco preparado para os gastos recorrentes para a sustentação da empresa.

Neste caso, apenas para citar alguns exemplos, estamos falando de website (e tudo que envolve sua manutenção, como domínio, hospedagem, suporte técnico etc), custos com contabilidade, que é um serviço obrigatório para todas as empresas estabelecidas, compra de equipamentos, contratação de ferramentas, possíveis contratações de funcionários, treinamentos, gastos com transporte e alimentação, entre muitos outros, dependendo do tipo do seu negócio e do que sua atividade exige.

5. Separe finanças pessoais das finanças da empresa

No início, é normal que os empresários tenham uma preocupação com relação ao fôlego que ele precisará ter para segurar os momentos difíceis. Em um período em que muito provavelmente a empresa ainda não irá gerar receita suficiente para se manter e que certamente ainda não foi possível a captação de possíveis investimentos, é um movimento muito natural o empreendedor cometer um erro básico: misturar finanças pessoas e finanças da empresa.

Para que isso seja evitado, tudo começa com um planejamento financeiro adequado. É preciso estipular os gastos, inclusive com impostos e taxas. Desta forma, será possível manter um fluxo de caixa da empresa e ter controle do que são suas despesas recorrentes. Aí também vem a importância fundamental de segregar a conta corrente dos sócios com a conta da empresa. Outra questão é também manter o valor correto dos dividendos que podem ser distribuídos.

6. Estou pronto para ter um empreendimento?

Avaliando todas as questões apresentadas até aqui, não só com relação a essas dicas, é necessário que você se faça essa pergunta e responda com honestidade consigo mesmo: afinal, estou pronto para ter um empreendimento? Essa pergunte se desmembra em algumas outras, que estão ali, subentendidas, como: estou pronto para enfrentar todos esses desafios? estou pronto para encara possíveis frustrações e ainda assim seguir em frente, sempre estudando, me aprimorando e buscando as melhores ferramentas, parcerias e alternativas para oferecer um produto de mais qualidade?

É, de fato, isso amedronta, mas é necessário em algum momento parar e fazer essa autoavaliação. Há mesmo em você esse perfil de empreendedor? Essa dica não tem a função de desencorajá-lo, apenas de fazer refletir sobre o que está por vir. Não é segredo que empreender é um grande desafio profissional. Mas também traz enormes recompensas. Saiba avaliar isso!

7. Descreva suas metas e focalize os objetivos

Caminhar sem rumo é uma ação que está fadada ao fracasso. Provavelmente você não chegará a nenhum lugar. Faz sentido! Portanto, saiba identificar onde você está e aonde pretende chegar, ou seja, saiba descrever suas metas e trabalhe sempre pensando em concluir seus objetivos. Aliás, falando desses dois conceitos, é importante saber diferenciá-los também.

Meta é diferente de objetivo. Pense no objetivo como algo maior a ser alcançado, um fim a que você se propõe. Por exemplo: tenho o objetivo de fazer minha empresa ser referência no meu setor dentro do Brasil. Pois bem, para atingir esse objetivo, vou traçar várias metas. As metas, diferentemente dos objetivos, normalmente envolve prazos, custos, números, métricas, de uma forma geral.

8. Prepare-se e mantenha a mente aberta

Tenha sempre em mente que a todo instante, tudo está mudando, se modernizando. E você precisa acompanhar todo esse movimento, se preparando ao máximo com cursos, treinamentos, se atualizando com as novas tendências e práticas do seu setor. É de extrema importância você ser um empreendedor bem informado para conseguir aplicar todo esse conhecimento dentro da sua empresa. Outra característica essencial que todo líder deve ter, é ter a capacidade de mudar de direção se necessário e ter a mente aberta para qualquer tipo de mudança de rumos. Pense nisso!

Erros que você não deve cometer na hora de abrir sua empresa!

A decisão de abrir uma empresa própria, ter um negócio para chamar de seu, é por si só muito difícil. Tanto do ponto de vista de mudança de rotina para aqueles que sempre trabalharam com horário fixo e metas definidas por superiores, como para aqueles que nunca desempenharam atividades laborais – ou seja, estão começando a vida produtiva e já serão os próprios “chefes”. No Brasil, a burocracia ainda é um entrave para a abertura de um negócio, mas está longe de ser o único. Vamos a uma lista de 4 problemas que você pode enfrentar para abrir empresa!

1. Falta de documentação

Se o negócio vai ser uma empresa comercial, uma indústria ou uma prestação de serviços, a documentação vai variar. Desde a escolha do nome, do local a se instalar a sede, do investimento inicial até os sócios e o tipo empresarial, tudo deve ser pensado pelo futuro empreendedor antes de ser dado pontapé inicial na abertura do negócio. Como um dono de empresa não necessita ter o domínio de todos estes processos, o ideal é buscar ajuda profissional para abreviar e agilizar os procedimentos a serem realizados.

2. Excesso de burocracia

Quando se inicia um negócio, um contador é peça-chave para o seu crescimento. Inclusive, alguns empreendedores buscam esta ajuda bem antes de o negócio entrar em funcionamento. Um contador e um advogado são cruciais para que menos tempo seja perdido neste processo, fazendo com que o negócio possa gerar resultados o quanto antes.

Licenças de agências reguladoras, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, podem ser necessárias, dependendo do tipo de negócio que se queira iniciar. Estes profissionais poderão te orientar sobre a necessidade de obtenção destas e de outras eventuais licenças e autorizações.

3. Falta de planejamento

É muito comum uma pessoa pensar em abrir uma empresa com economias de uma vida toda. Ou com dinheiro obtido por meio de um empréstimo bancário. Um Plano de Negócios é algo crucial para um empreendimento, qualquer que seja a sua área de atuação.

Nesse planejamento, constam todos os detalhes. Desde os produtos ou serviços que serão comercializados até procedimentos relacionados à expansão das atividades. Ele permite que o negócio seja pensado para crescer e não apenas para ser mais um negócio como outro qualquer.

4. Falta de pessoal qualificado

Esse é um problema grave para qualquer negócio. Quando se pensa em abrir uma empresa, sempre é esperado que ela prospere, que ganhe mercados e atravesse fronteiras. Mas de nada adianta ter um bom Plano de Negócios, um bom contador, um bom advogado e um negócio bem desenhado se você não consegue encontrar pessoal suficiente para fazer com que ele prospere. Quanto maior for o nível de complexidade do negócio, maior será a necessidade de pesquisa junto a empresas de recursos humanos para a escolha mais adequada dos funcionários certos.

Abrir uma empresa no Brasil não é uma tarefa muito fácil, mas está longe de ser impossível. Há vários projetos que pretendem simplificar os procedimentos para abertura de empresas. Espera-se que em breve isso já não seja um dos principais entraves para quem quer ter o negócio próprio.