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	<title>Arquivos #impostos - RR&amp;Cont</title>
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	<title>Arquivos #impostos - RR&amp;Cont</title>
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	<item>
		<title>Cobrança de ICMS-ST para empresas do Simples Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RReCont]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 12:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[#ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os múltiplos tributos que as empresas precisam recolher junto ao Governo Federal sempre que emitem uma nota fiscal, um deles é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os múltiplos tributos que as empresas precisam recolher junto ao Governo Federal sempre que emitem uma nota fiscal, um deles é o <a href="https://blog.sage.com.br/dicionario-administracao-negocios/icms/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ICMS</a>. Esse imposto é responsabilidade dos Estados e é cobrado sobre a circulação de mercadorias e serviços.</p>
<p>Porém, é possível aplicar a chamada substituição tributária sobre ele. Por isso, compreender o que é o ICMS-ST e saber quais são as empresas que podem utilizá-lo é essencial para que você não pague um imposto sobre o qual não é responsável.</p>
<h2>O que é ICMS-ST?</h2>
<p>ICMS-ST é uma sigla para Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços por Substituição Tributária. Trata-se de uma antecipação do recolhimento do ICMS devido por toda a cadeia responsável pela circulação da mercadoria até que ela chegue ao consumidor final.</p>
<p>Numa tentativa de reduzir a sonegação fiscal e facilitar a fiscalização por parte da Receita Federal, o ICMS passa a ser recolhido por um único contribuinte. Dessa maneira, diminui a quantidade de estabelecimentos a serem fiscalizados, o que torna a fiscalização mais abrangente e eficiente.</p>
<p>Para o Estado, essa é uma forma de aumentar as garantias de antecipação de receitas. Porém, é importante salientar que, por representar uma antecipação do ICMS, não haverá recolhimento do ICMS-ST se a venda for destina a um cliente que não tem como objetivo a revenda, como é o caso do consumidor final.</p>
<h2>ICMS-ST: uma regra de exceção</h2>
<p>Em linhas gerais, as empresas optantes pelo <a href="https://blog.sage.com.br/dicionario-administracao-negocios/simples-nacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Simples Nacional</a> não estão sujeitas às regras aplicadas às demais pessoas jurídicas que não se enquadram nessa modalidade.</p>
<p>Todavia, o ICMS-ST pode ser considerado uma exceção, uma vez que se a empresa optante pelo Simples Nacional comercializar mercadorias que estejam sujeitas ao imposto, seu recolhimento deverá ser feito de forma antecipada. O primeiro passo, portanto, é identificar quais são as mercadorias sujeitas a essa cobrança.</p>
<p>ssa lista está disponível no <a href="http://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/2018/convenio-icms-142-18" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Convênio ICMS 142/2018</a>. Ao lado de cada uma delas há um código específico, que deve ser informado no XML das NF-e: é o CEST (Código Especificador de Substituição Tributária).</p>
<p>Portanto, a empresa deve se fazer duas perguntas: se o produto em questão está na lista do Convênio ICMS 142/2018 e, ainda, se a legislação do estado no qual ela está sediada incluiu essa mercadoria na legislação do ICMS-ST. Se a resposta for positiva em ambos os casos, então será obrigatória a antecipação.</p>
<h2>Como é feito o cálculo do ICMS-ST para empresas do Simples Nacional?</h2>
<p>Felizmente, o cálculo do valor do ICMS-ST para empresas enquadradas no regime Simples Nacional não é dos mais complexos. A primeira resposta que o empresário deve ter é: qual seria o preço final de venda desse produto se ele fosse comercializado ao consumidor final?</p>
<p>Em diversos casos, esse é um valor estipulado e, por conta disso, a própria legislação prevê alguns métodos para se chegar a esse número. Um dos mais conhecidos é o MVA (Margem de Valor Agregado). Esse percentual é definido por meio de estudos de mercado, que indicam o acréscimo médio ao valor da mercadoria até que ela chegue ao consumidor final.</p>
<p>Assim, de posse dessas informações, compreenda que o ICMS-ST será o resultado dos seguintes fatores:</p>
<ul>
<li><b>1. Preço da mercadoria: </b>some o valor da mercadoria com os custos e despesas a serem cobrados sobre quem adquire o bem, tais como frete, seguro, impostos e outras despesas eventuais.</li>
<li><b>2. MVA: </b>sobre o valor obtido, aplica-se o percentual de MVA relativo à mercadoria.</li>
<li><b>3. Alíquota: </b>por fim, aplica-se a alíquota interna ou o valor interestadual sobre a operação.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar ainda que em caso de operações internas (estaduais) o ICMS-ST é cobrado apenas do fabricante ou do importador. Já no caso das operações interestaduais, a cobrança do ICMS-ST é feita independentemente do tipo de empresa. Assim, fabricante, importador, distribuidor, atacadista ou varejistas podem estar sujeitos a efetuar esse recolhimento.</p>
<p>Porém, há mais um alerta aqui: os estados podem celebrar acordos diferenciados entre si. Portanto, antes de concluir a operação, é preciso descobrir se há algum acordo específico, convênio ou protocolo assinado entre o estado destino e o estado emissor, para que sejam seguidas essas regras.</p>
<h2>ICMS-ST: detalhes na emissão da NF-e</h2>
<p>Depois de efetuados os cálculos, é preciso lançar essa informação nas <a href="https://blog.sage.com.br/dicionario-administracao-negocios/nf-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">notas fiscais</a>. Qual é a maneira correta de se fazer isso? Em geral, é vedado às empresas do Simples Nacional o destaque do ICMS na nota fiscal. Porém, essa regra se aplica somente ao ICMS e não ao ICMS-ST.</p>
<p>Assim, é exigido que na nota fiscal sejam informadas a base de cálculo e o destaque do ICMS-ST. Além disso, fique atento ao que informar nos campos CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) e CSOSN (Código de Situação da Operação no Simples Nacional).</p>
<h3>Simples Nacional: Substituto Tributário – CFOP/CSOSN</h3>
<ul>
<li>CFOP 5.401: Simples Nacional Indústria – Operação interna;</li>
<li>CFOP 5.403: Simples Nacional Comércio – Operação interna;</li>
<li>CFOP 6.401: Simples Nacional Indústria – Operação interestadual;</li>
<li>CFOP 6.403: Simples Nacional Comércio – Operação interestadual;</li>
<li>CFOP 6.404: Simples Nacional – Venda com ICMS ST de imposto já retido anteriormente – Operação interestadual.</li>
<li>CSOSN 201: Venda destinada a revendedor não optante pelo Simples Nacional;</li>
<li>CSOSN 202: Venda destinada a revendedor optante pelo Simples Nacional.</li>
</ul>
<h3>Simples Nacional: Substituído Tributário – CFOP/CSOSN</h3>
<ul>
<li>CFOP 5.405: Simples Nacional – Operação interna.</li>
<li>CSOSN 500: Toda e qualquer tipo de Venda em que o ICMS já foi retido por um dos Fornecedores anteriores.</li>
</ul>
<p>FOnte: JOrnal Contábil</p>
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		<item>
		<title>Lista de serviços sujeitos a retenção na fonte</title>
		<link>https://rrecont.com.br/lista-de-servicos-sujeitos-a-retencao-na-fonte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RReCont]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2019 13:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[#Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[#DARF]]></category>
		<category><![CDATA[#Financeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[#Imposto de renda]]></category>
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		<category><![CDATA[#Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SERVIÇOS SUJEITOS À RETENÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS NA FONTE PIS, COFINS E CSLL retenções na fonte Estão sujeitos à retenção das contribuições [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>SERVIÇOS SUJEITOS À RETENÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS NA FONTE<br />
PIS, COFINS E CSLL retenções na fonte</p>
<p>Estão sujeitos à retenção das contribuições sociais na fonte, a prestação de<br />
serviços profissionais, serviços de limpeza, conservação, manutenção,<br />
segurança, vigilância (inclusive escolta), transporte de valores e locação de<br />
mão-de-obra bem assim serviços de assessoria creditícia, mercadológica,<br />
gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a<br />
receber.<br />
Além dos serviços citados acima, a retenção das contribuições sociais<br />
alcança, também, os serviços profissionais trazidos na legislação do Imposto<br />
de Renda conforme abaixo:<br />
Lista dos serviços alcançados pela retenção:<br />
&#8211; Assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e<br />
riscos, administração de contas a pagar e a receber, inclusive quando o<br />
serviço for prestado por empresa de facturing;<br />
&#8211; Limpeza;<br />
&#8211; Conservação de bens imóveis, exceto reformas e obras assemelhadas;<br />
&#8211; Manutenção;<br />
&#8211; Vigilância (inclusive escolta);<br />
&#8211; Locação de mão-de-obra;<br />
&#8211; Transporte de valores (não compreende os serviços de transporte<br />
interestadual ou intermunicipal de cargas ou passageiros);<br />
&#8211; Administração de bens ou negócios em geral (exceto consórcios ou<br />
fundos mútuos para quisição de bens);<br />
&#8211; Advocacia;<br />
&#8211; Análise clínica laboratorial;<br />
&#8211; Análises técnicas;<br />
&#8211; Arquitetura;<br />
&#8211; Assessoria e consultoria técnica (exceto o servi;co de assistência técnica<br />
prestado a terceiross concernente a ramo de indústria ou comércio explorado<br />
pelo prestador do serviço);<br />
&#8211; Assistência social;<br />
&#8211; Auditoria;</p>
<p>&#8211; Avaliação e perícia;<br />
&#8211; Biologia e biomedicina;<br />
&#8211; Cálculos em geral;<br />
&#8211; Consultoria;<br />
&#8211; Contabilidade;<br />
&#8211; Desenho técnico;<br />
&#8211; Economia;<br />
&#8211; Elaboração de projetos;<br />
&#8211; Engenharia ( exceto construção de estradas, pontes, prédios e obras<br />
assemelhadas);<br />
&#8211; Ensino e treinamento;<br />
&#8211; Estatística;<br />
&#8211; Fisioterapia;<br />
&#8211; Fonoaudiologia;<br />
&#8211; Geologia;<br />
&#8211; Leilão;<br />
&#8211; Medicina (exceto a prestada por ambulatório, banco de sangue, casa<br />
de saúde, casa de recuperação ou repouso sob orientação médica, hospital<br />
e pronto-socorro);<br />
&#8211; Nutricionismo e dietética;<br />
&#8211; Odontologia;<br />
&#8211; Organização de feiras de amostras, congressos, seminários, simpósio e<br />
congêneres;<br />
&#8211; Pesquisa em geral;<br />
&#8211; Planejamento;<br />
&#8211; Programação;<br />
&#8211; Prótese;<br />
&#8211; Psicologia e psicanálise;<br />
&#8211; Química;</p>
<p>&#8211; Radiologia e radioterapia;<br />
&#8211; Relações públicas;<br />
&#8211; Serviço de despachante;<br />
&#8211; Terapêutica ocupacional;<br />
&#8211; Tradução ou interpretação comercial;<br />
&#8211; Urbanismo;<br />
&#8211; Veterinária.</p>
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		<item>
		<title>Receita Federal: Aumento do Teto de Parcelamento Simplificado</title>
		<link>https://rrecont.com.br/receita-federal-aumento-do-teto-de-parcelamento-simplificado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RReCont]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2019 12:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A novidade trazida na portaria foi o aumento do limite de valor para concessão de parcelamento simplificado, que passa a ser de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A novidade trazida na portaria foi o aumento do limite de valor para concessão de parcelamento simplificado, que passa a ser de R$ 5 milhões. O limite anterior, de R$ 1 milhão, não era reajustado desde o ano 2013. O entendimento manifestado pela Receita Federal em relação do aumento do teto do parcelamento simplificado não foi acompanhado pela PGFN que defende a manutenção do teto em R$ 1 milhão como era anterior a alteração<strong>.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejamento tributário</title>
		<link>https://rrecont.com.br/planejamento-tributario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[RReCont]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 20:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[#contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[#impostos]]></category>
		<category><![CDATA[#Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[#Lucro Real]]></category>
		<category><![CDATA[#Planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[#Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros, Sempre consultem seu contador sobre a apuração dos impostos antes de fechar um projeto ou negócio. O impacto tributário pode definir [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rrecont.com.br/planejamento-tributario/">Planejamento tributário</a> apareceu primeiro em <a href="https://rrecont.com.br">RR&amp;Cont</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, Sempre consultem seu contador sobre a apuração dos impostos antes de fechar um projeto ou negócio. O impacto tributário pode definir a tomada de decisão.</p>
<p>Impostos são cumulativos e não cumulativos, apurados sobre a receita bruta ou sobre o lucro líquido.</p>
<p>Tenham sempre ao lado um contador para lhe ajudar com qualquer dúvida na apuração.</p>
<p>Em 20 anos de experiência na área de contabilidade percebi diversos negócios que não param de pé. O empreendedor deixa de pagar os impostos e cria uma problema irrecuperável.</p>
<p>Vai a dica, sempre que for fechar um negócio procure a gente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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