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	<title>Arquivos Blog - RR&amp;Cont</title>
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	<description>Contabilidade Digital</description>
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	<title>Arquivos Blog - RR&amp;Cont</title>
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		<title>15 negócios em alta para você já pensar em 2019</title>
		<link>https://rrecont.com.br/15-negocios-em-alta-para-voce-ja-pensar-em-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2019 08:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem negócios em alta para 2019? Os últimos anos não foram animadores para o mercado. Mas quem tem o objetivo de abrir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem negócios em alta para 2019? Os últimos anos não foram animadores para o mercado. Mas quem tem o objetivo de abrir uma empresa já pode começar a planejar sua estreia no empreendedorismo em 2019.</p>
<p>A verdade é que o cenário econômico que se desenha é bem mais otimista do que o de 2017 e 2018.</p>
<p>Há ainda muitas certezas na economia, mas o Banco Central prevê crescimento. Dependendo da aprovação das reforças e do novo governo, a alta do Produto Interno Bruto pode surpreender positivamente.</p>
<p>E se a instabilidade continua, nada mais natural que os negócios em alta se mantenham também próximos daqueles anunciados para este ano.</p>
<p>A diferença agora é que, se você perdeu a oportunidade, está ganhando uma nova para, enfim, montar uma boa estratégia para tirar sua empresa do papel.</p>
<p><strong>15 negócios em alta em 2019</strong><br />
Além de negócios para ganhar dinheiro na crise, a relação a seguir contempla também novidades que começam a fazer sucesso agora, com tendência para dominar o mercado nos próximos meses.</p>
<ol>
<li><strong> Alimentação alternativa</strong><br />
As condições de intolerância ao glúten e à lactose não surgiram agora, mas enfim o mercado percebeu que há uma fatia considerável a atender.</li>
</ol>
<p>São promissores negócios voltados a produtos livres de glúten e de lactose. Para 2019, o amadurecimento do setor deve multiplicar os resultados.</p>
<p>E nunca é demais lembrar que, especialmente sobre a ausência de glúten, há outro segmento bastante interessado, apesar de não haver restrição alimentar: estamos falando do mercado fitness.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Biojoias</strong><br />
Marcas de beleza próprias da nossa terra. É a partir desse conceito que o mercado de biojoias cresce e surge como opção interessante para quem deseja ter a sua primeira empresa.</li>
</ol>
<p>Biojoias são artigos do tipo bijuteria cuja confecção utiliza itens sustentáveis como matéria-prima. Podem ser pedras, folhas e sementes, por exemplo.</p>
<p>Além de ser um produto diferenciado, as maiores chances de sucesso estão em espaços voltados ao turismo e em cidades com forte apelo para receber visitantes.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Brechós</strong><br />
Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com tempos de crise, como agora.</li>
</ol>
<p>Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Consertos e reformas</strong><br />
Esse é um setor que repete o entendimento que se aplica aos brechós. Se não há como comprar um artigo novo, melhor e mais barato é consertar ou reformar o antigo. Além da economia, sempre importante no atual cenário, tem ainda o apelo sustentável da ação.</li>
</ol>
<p>Quem deseja abrir um negócio próprio em 2019 pode olhar com carinho para opções como conserto de eletrodomésticos e reforma de roupas.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Cosméticos</strong><br />
Quando falamos em repetição entre os negócios em alta, não poderia faltar o empreendedorismo na área de cosméticos e beleza. Afinal, a crise permanente até pode amenizar a necessidade de as pessoas se sentirem bonitas, mas não consegue esfriar o mercado.</li>
</ol>
<p>E nunca é demais lembrar que, cada vez mais, os homens têm participado como clientes fiéis. A entrada com tudo do público masculino deu um novo gás ao setor e quem tem direcionado esforços a esse perfil vem faturando bem.</p>
<p>Outro apelo forte na área de cosméticos diz respeito ao uso de produtos naturais, menos agressivos tanto à pele como à própria natureza.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Coworking</strong><br />
Há razões diversas para enxergar nos espaços de coworking uma forte tendência para 2019. A primeira delas é o crescente interesse por negócios de economia compartilhada, onde o conceito de dividir é muito forte.</li>
</ol>
<p>Mas há outro fator que ajuda a impulsionar o segmento: o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa. Como nem sempre o home-office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking se revela uma ótima alternativa.</p>
<ol start="7">
<li><strong> Desenvolvimento de aplicativos</strong><br />
Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Mas há uma inquietação sobre esse mercado: não se sabe até onde ele pode ir, só há certeza de que vai longe.</li>
</ol>
<p>Os smartphones são cada vez mais uma parte da vida das pessoas, deixando de ser um acessório para se transformar em um item de primeira necessidade. Por isso, aplicativos desenvolvidos com foco em soluções práticas nunca deixam de ter mercado.</p>
<p>Além deles, há uma tendência para soluções com data de validade, porém de grande utilidade, como apps relacionados a grandes eventos.</p>
<ol start="8">
<li><strong> Drones</strong><br />
Há aplicações diversas para esses dispositivos voadores, desde operações industriais até o lazer, sem esquecer do seu uso crescente no agronegócio. Não há como deixar a fabricação de drones de fora dos negócios em alta, pois acredita-se que há um potencial ainda inexplorado quanto ao seu uso comercial.</li>
</ol>
<p>A grande expectativa para os próximos meses se dá quanto ao comportamento do mercado a partir da regulamentação do uso de drones pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o que ocorreu no início de maio.</p>
<ol start="9">
<li><strong> Infoprodutos</strong><br />
Não é exagero dizer que o mercado de produtos digitais no Brasil ainda engatinha diante de tantas possibilidades abertas pela internet. No entanto, hoje já há exemplos de muita gente que literalmente faturou milhões começando do zero.</li>
</ol>
<p>Isso não significa a garantia de lucro fácil, mas de que há demanda para a oferta. Infoprodutos podem envolver todo o tipo de solução digital, como livros, aulas e palestras. E o melhor de tudo é que dá para começar tendo apenas um computador como estrutura.</p>
<ol start="10">
<li><strong> Leitura biométrica</strong><br />
Muita gente relaciona a leitura biométrica a situações nas quais a impressão digital é verificada, como ocorre nas eleições. Mas esse é um uso muito pequeno entre todos aqueles que já estão trazendo um pouco do futuro aos dias atuais.</li>
</ol>
<p>Além das digitais, a tecnologia utiliza também o reconhecimento facial e de retina. Já há no mercado smartphones nos quais o bloqueio e desbloqueio de tela é por meio da leitura biométrica, por exemplo.</p>
<p>Mas seus usos vão muito além, desde a identificação de funcionários autorizados para entrada em áreas restritas até a coleta da digital de clientes em caixas eletrônicos.</p>
<ol start="11">
<li><strong> Microcervejarias</strong><br />
Quem vê o sucesso das cervejas artesanais nos últimos anos pode imaginar que o setor chegou no seu limite. Mas é fácil de explicar e de entender a sua inclusão nesta relação de negócios em alta.</li>
</ol>
<p>Quando as primeira bebidas com essas características começaram a ganhar o mercado, não se imaginava ainda que tantos aromas e sabores diferentes estariam disponíveis ao público. E quem disse que as novidades acabaram?</p>
<p>Um ponto positivo para abrir esse tipo de empresa foi a sua recente inclusão entre aquelas que podem optar pelo <a href="https://www.contabeis.com.br/termos-contabeis/simples_nacional/"><strong>Simples Nacional</strong></a> como regime de recolhimento de impostos.</p>
<ol start="12">
<li><strong> Impressões 3D</strong><br />
Como tudo que é novo, o mercado de impressões 3D é um tanto desafiador, mas quem conseguir dominá-lo tende a empreender em um negócio altamente lucrativo. As principais empresas do setor são startups de fora do Brasil.</li>
</ol>
<p>Embora esse seja um indicativo de limitação da tecnologia por aqui, que tal ver de outra forma? Tem muito mercado a explorar, oferecendo soluções inovadoras e ainda inéditas.</p>
<ol start="13">
<li><strong> Pets</strong><br />
“Quanto mais conheço os homens, mais amo os animais.” Você tem lido bastante essa frase nas suas redes sociais? Não é por acaso, afinal, o apreço pelos bichinhos levou esse mercado a faturar R$ 18,9 bilhões no ano passado, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).</li>
</ol>
<p>Não se trata de um ramo novo, mas é claramente um dos negócios em alta. E para quem deseja empreender, tem todo o tipo de produto ou serviço à sua escolha.</p>
<ol start="14">
<li><strong> Produtos orgânicos</strong><br />
Seja através da mídia ou das próprias redes sociais, o incentivo à alimentação saudável é uma crescente no país. Tanto é assim que o setor ainda mantém grande parcela de seu faturamento no comércio exterior, mas passou a investir bastante no mercado interno.</li>
</ol>
<p>Para quem deseja abrir uma pequena empresa, vale apostar em lojas especializadas. Consumir itens saudáveis encontrados perto de casa é o que motiva as pessoas a comprar.</p>
<ol start="15">
<li><strong> Realidade virtual</strong><br />
Vai dizer que você não tem recebido cada vez mais vídeos no seu smartphone de situações engraçadas envolvendo o uso de óculos de realidade virtual? Deixando a parte do humor de lado, há algo muito sério nesse mercado, que é a expansão da produção de conteúdo para os dispositivos.</li>
</ol>
<p>Há grande expectativa quanto ao lançamento de novidades, com o futuro sendo dominado por esse tipo de tecnologia. Se o alto custo de pesquisa e desenvolvimento é um entrave, por outro lado, a ampliação das possibilidades de uso, como em eventos e treinamentos, é um incentivo.</p>
<p>Você sabia que um bom plano de negócios leva até seis meses para ser construído e aperfeiçoado?</p>
<p>O primeiro passo talvez você esteja dando agora, observando quais são os negócios em alta para o próximo ano e verificando se o seu sonho empreendedor está listado entre eles. Caso esteja, é uma ótima notícia, mas contenha a euforia. Não basta escolher um bom nicho para investir; é preciso planejar.</p>
<p>Se não sabe bem por onde iniciar seu planejamento, comece pela pesquisa de mercado. Antes de pensar em abrir uma empresa, é fundamental conhecer bem o mercado no qual deseja se inserir. Quem são os concorrentes e quais suas práticas é o básico. Se depender de fornecedores, capriche na seleção.</p>
<p>Não esqueça do estudo de viabilidade, afinal, é preciso garantir que você tenha capacidade financeira para tirar a ideia do papel e também assegurar que há um bom número de clientes interessados na sua proposta. Se a sua empresa não solucionar o problema de muita gente, o faturamento nascerá comprometido.</p>
<p>É importante citar ainda a necessidade de ser um bom ouvinte (coletando opiniões em seu círculo de amizades e entre familiares) e de realizar pequenos testes antes de se lançar ao mercado. Pense como uma startup, que lapida seu modelo de negócio até chegar a uma solução ideal.</p>
<p><strong>Como elaborar o seu plano de negócios para 2019</strong><br />
Veja só, de forma resumida, quais são as principais ações a adotar na elaboração de um plano de negócios para a sua futura empresa:</p>
<p>1 &#8211; Faça uma minuciosa pesquisa de mercado<br />
2 &#8211; Confirme se a sua ideia de empresa interessa aos clientes<br />
3 &#8211; Veja quem são seus concorrentes e o que estão fazendo<br />
4 &#8211; Estabeleça um diferencial competitivo para se posicionar<br />
5 &#8211; Verifique se há fornecedores para atender suas necessidades<br />
6 &#8211; Colete opiniões para certificar-se de estar no rumo certo<br />
7 &#8211; Projete cenários bons e ruins e esteja preparado para tudo<br />
8 &#8211; Faça pequenos testes para garantir a viabilidade da sua ideia<br />
9 &#8211; Mensure os resultados e promova os ajustes necessários<br />
10 &#8211; Chegue a uma versão final realmente exequível.</p>
<p><strong>Você está pronto para empreender?</strong><br />
Apresentamos neste artigo 15 negócios em alta que podem abrir a sua futura empresa no próximo ano. Você tem em mãos agora informações úteis sobre setores que guardam boas expectativas para 2019.</p>
<p>Se o sucesso do seu investimento vai se confirmar, não há como garantir, pois há vários fatores envolvidos. Mas a dica principal você já recebeu: é preciso estudar o próprio negócio e construir um planejamento detalhado. Só assim poderá realmente dizer que está pronto para empreender.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Conta Azul &#8211; Blog</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo divulga lista de negócios que podem ser abertos sem alvará</title>
		<link>https://rrecont.com.br/governo-divulga-lista-de-negocios-que-podem-ser-abertos-sem-alvara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2019 08:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resolução foi aprovada pelo Comitê Gestor da Rede de Simplificação de Negócios, com representantes do governo federal e de outros entes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resolução foi aprovada pelo Comitê Gestor da Rede de Simplificação de Negócios, com representantes do governo federal e de outros entes públicos, como estados e municípios. A norma valerá para aqueles estados.</p>
<p>Foi publicada hoje no <em>Diário Oficial da União</em> uma<strong> lista com 287 atividades econômicas</strong> que não precisarão de autorizações prévias para funcionar, como alvarás e licenças de funcionamento. A resolução com a lista define diferentes exigências a partir do risco. Os negócios classificados como de “baixo risco A” terão maior autonomia para o processo de abertura.</p>
<p>A resolução foi aprovada pelo Comitê Gestor da Rede de Simplificação de Negócios, com representantes do governo federal e de outros entes públicos, como estados e municípios. A norma valerá para aqueles estados e municípios que não tiverem regras próprias. No caso daqueles com legislação específica, esta é a que valerá.</p>
<p>A decisão detalhou a Medida Provisória (MP) Nº 881, de 2019. Esta trouxe novas regras para desburocratizar a abertura e o funcionamento de negócios. A resolução criou três classificações: “baixo risco A”, “médio risco” e “alto risco”.</p>
<p>As atividades definidas como de “baixo risco A” passaram a não precisar de qualquer tipo de autorização para implantação e funcionamento. Isso inclui licenças e autorizações. Até então, para abrir um empreendimento havia necessidade de buscar permissões, como alvarás da prefeitura ou autorizações de Corpo de Bombeiros ou da Defesa Civil.</p>
<p>Para se enquadrar na dispensa de autorização, além de estar nas 287 atividades listadas foram definidos alguns requisitos especiais. Nas zonas urbanas, por exemplo, o empreendimento precisa estar em uma zona regular. Caso funcione na casa do responsável, não será permitida uma atividade com grande circulação de pessoas ou se sua natureza for digital (como uma <em>startup</em> ou um serviço oferecido por um aplicativo ou <em>site</em>).</p>
<p>Só poderão ser enquadrados como de baixo risco aqueles negócios em locais de até 200 m² e com no máximo três pavimentos, sem subsolo. Nesse caso, a lotação máxima deverá ser de 100 pessoas e não será permitida a presença de gás liquefeito acima de 190 kg ou de mais de 1.000 litros de líquido inflamável.</p>
<p>CNPJ obrigatória</p>
<p>O diretor de registro empresarial da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, André Ramos, explicou que a classificação de baixo risco não exime os empreendedores de tirar Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas <a href="https://www.contabeis.com.br/termos-contabeis/cnpj/"><strong>(CNPJ)</strong></a>e outros registros tributários, como inscrições municipais e estaduais. Da mesma forma, a decisão não exime os responsáveis de cumprir outras exigências da legislação.</p>
<p>“A MP também não autoriza abertura de negócios em qualquer lugar. Não dispensa licenças profissionais, quando exigidas, nem a observância das demais normas. Empreendedores não ficam imunes à fiscalização. Mas não pode é a fiscalização ser condição para ela exercer”, disse.</p>
<p>Riscos médio e alto</p>
<p>Empreendedores das atividades listadas como de médio risco poderão abrir negócios com alvarás provisórios, como ocorria até então no caso de micro e pequenas empresas, mas precisarão de vistoria posterior para confirmar a permissão concedida preliminarmente.</p>
<p>Já os empreendimentos de alto risco terão requisitos específicos, como de segurança sanitária, metrologia, controle ambiental e prevenção contra incêndios. É o caso, por exemplo, de barragens como a de Mariana e de Brumadinho.</p>
<p>Estados e municípios</p>
<p>O secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, disse que a resolução vale para os estados e municípios sem normas próprias para o tema. Ele explicou que cada ente federativo pode ou seguir ou estabelecer lista com classificação própria, alterando também as atividades que vão ser dispensadas de autorização, que precisarão de alvarás provisórios ou que terão exigências maiores.</p>
<p>Segundo o secretário, o objetivo da medida, e da MP, foi facilitar a abertura de negócios. “Hoje o Brasil ocupa posição de <em>ranking </em>para fazer negócios muito atrás de outras nações parecidas conosco. O objetivo com a MP foi retirar um pouco o peso da burocracia, o excesso de regulamentação para tornar o Brasil ambiente melhor para empreender”, disse.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Portal Dedução</em></p>
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			</item>
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		<title>Prazo para trabalhador sacar o abono PIS/PASEP termina em 28 de junho</title>
		<link>https://rrecont.com.br/prazo-para-trabalhador-sacar-o-abono-pis-pasep-termina-em-28-de-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2019 08:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rrecont.com.br/?p=124</guid>

					<description><![CDATA[<p>A menos de 15 dias para o encerramento do prazo, mais de 2,2 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de 15 dias para o encerramento do prazo, mais de 2,2 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos<strong> </strong>ainda não sacaram o <strong>abono salarial</strong> ano-base 2018. O prazo se encerra no <strong>dia 28 de junho</strong>. Se o valor não for sacado, o cidadão <strong>perde o direito ao benefício</strong>.</p>
<p>Ao todo, R$ 6,5 bilhões estão disponíveis para saque. De acordo com a Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, a região Sudeste é a que mais tem trabalhadores que ainda não sacaram o valor: 1,1 milhão. Já a Norte é a de menor número com cerca de 148 mil pessoas. Na região Sul, são 440 mil, no Nordeste, 353 mil, e no Centro-Oeste, 235 mil.</p>
<p>Os valores do abono salarial começaram a ser pagos em 17 de janeiro. Mais de 22,4 milhões de trabalhadores sacaram o benefício, totalizando R$ 17 bilhões.</p>
<p><strong>Quem tem direito ao benefício</strong><br />
Todo trabalhador que exerceu atividade remunerada com carteira assinada durante, pelo menos, 30 dias em 2017, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos e está inscrito no<strong> PIS/Pasep</strong> há pelo menos cinco anos tem direito ao benefício. É preciso também que os dados do profissional tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais <strong>(Rais)</strong> .</p>
<p>Os valores são proporcionais ao tempo trabalhado no ano. Quem esteve empregado por todo o ano recebe o equivalente a um <strong>salário mínimo</strong> (R$ 998); quem trabalhou por apenas 30 dias pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84 — o equivalente a 1/12 do <strong>salário mínimo,</strong>  nas agências da Caixa Econômica Federal.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Época Negócios  </em></p>
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